Hoje é aniversário de ninguém menos que Rihanna! A cantora e empresária completa 38 anos com uma história marcada por projetos de sucesso que vão muito além da música e incluem uma verdadeira revolução também na indústria da beleza. Mas qual o segredo de tantos projetos bem-sucedidos?

Fenômeno global
Em 2005, o mundo começou a conhecer Rihanna com o lançamento de seu primeiro single, “Pon de Replay”. Não demorou para que a artista se consolidasse como um dos grandes nomes da indústria musical, emplacando uma sequência de sucessos tocados até hoje.
Afinal, é impossível não lembrar de hits como “Umbrella”, “Where Have You Been”, “Diamonds”, “We Found Love” e “Work”, que ajudaram a construir seu império musical.
O sucesso de Rihanna sempre esteve ligado à sua personalidade potente. Descoberta aos 15 anos pelo produtor americano Evan Rogers, ela rapidamente se destacou pelo talento e atitude. Pouco depois, bastaram algumas horas de reunião para que Jay-Z tivesse certeza: Rihanna estava destinada a ser um fenômeno.
A partir daí, vieram oito álbuns de estúdio, 9 prêmios Grammy, 12 Billboard Music Awards e uma influência cultural que ultrapassa a música.

Liberdade artística sem rótulos
Desde o início, Rihanna teve controle sobre a própria carreira e soube exatamente quando mudar de direção. Sem se limitar a rótulos, transitou com naturalidade entre o pop e o soul, explorando também melodias com claras influências do rock.
Em meio a tudo isso, a artista levava Barbados ao topo do mundo. Sua origem e cultura nunca ficaram em segundo plano. Pelo contrário, sempre foram tratadas com protagonismo.
Estética icônica
A moda e a beleza acompanharam Rihanna em todas as suas fases. Do bob assimétrico e preto, combinado a maquiagens marcantes e batons escuros, ao cabelo vermelho intenso e o pixie cut: cada era musical de Rihanna vinha acompanhada de uma nova estética.
Após “Anti” (2016), seu último álbum de estúdio até agora, essa relação entre música e beleza se tornou ainda mais evidente, abrindo caminho para novos territórios além dos palcos.

A era Fenty Beauty
Em 2017, Rihanna integrou uma das primeiras gerações de celebridades que apostou no lançamento de marcas próprias de beleza, ao lado de nomes como Kylie Jenner e Kim Kardashian.
Mas, assim como na música, Rihanna levou intenção e estratégia para o negócio, fazendo a Fenty Beauty ter um impacto único no mercado.
O lançamento mais revolucionário da Fenty Beauty foi, sem dúvidas, a linha de bases. A marca chegou ao mercado com 40 tons (a cartela mais inclusiva da época) e, posteriormente, expandiu para 50 opções.
A partir daí, discussões sobre diversidade no mercado de beleza passaram a ocupar o centro do debate.
Em entrevista à Vogue, ela disse: “Queria que todo mundo se sentisse incluído: pessoas de todas as cores, personalidades, atitudes, culturas e raças. Maquiagem existe para você se divertir.”

Para além do discurso
Depois da Fenty Beauty, outras marcas foram levadas a repensar suas cartelas de cores, acelerando debates sobre diversidade que antes avançavam a passos lentos. Enquanto isso, a marca de Rihanna, que desde o início colocou a inclusão no centro, ampliou seu portfólio com produtos para lábios, olhos e outros itens de pele.
Mais do que lançar coleções desejáveis, a Fenty Beauty estabeleceu um novo padrão para a indústria: a inclusão deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser uma exigência.
Da maquiagem ao skincare
Foi com essa postura que a Fenty se consolidou no mercado e ganhou outro braço: a Fenty Skin, lançada em 2020, com foco em rotinas simples, produtos multifuncionais e inclusão, seguindo a mesma lógica que já tinha revolucionado o mercado de maquiagem.
Aliás, tanto a Fenty Beauty como a Fenty Skin estão disponíveis no Brasil, em qualquer loja da Sephora (virtual ou física).
Em quase 10 anos de Rihanna no mercado da beleza, é possível dizer que sua atuação foi além do empreendedorismo: ela redefiniu padrões, assim como fez com a sua música.
Ao colocar identidade e propósito no centro de tudo o que faz, Rihanna não apenas criou marcas de sucesso, como segue criando um legado que molda a cultura contemporânea.

