O ano era 2010 quando o batom matte começou a ganhar força no mercado de beleza, alcançando seu ápice entre 2015 e 2016. Por anos, ele dominou as escolhas e definiu tendências, até ceder espaço, mais recentemente, ao boom dos glosses, lip oils e balms.
Ainda assim, o batom matte prova que é mais do que uma fase: existe nele um apelo atemporal que atravessa tendências, décadas e gerações.

Nas mãos das it-girls
Nos anos 90, o batom matte era presença constante nas produções de beleza de grandes ícones da época. Drew Barrymore apostou bastante nos tons profundos, enquanto Gwen Stefani ficou marcada por seus lábios vermelhos intensos e cheios de atitude.
Mais tarde foi a vez de Kylie Jenner dominar esse meio com os seus lip combos, que combinavam lápis de boca + batom matte.

Era do conforto
Agora, se você tem reparado no retorno do batom matte às prateleiras, saiba: ele voltou repaginado. Nada de fórmulas extremamente secas ou desconfortáveis.
O momento é dos acabamentos aveludados e do chamado soft matte: um opaco sofisticado, que entrega efeito elegante sem ressecar os lábios ou comprometer o conforto ao longo do dia.

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